Redação ENEM 2016: Baixe apostila grátis

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A redação do Enem é uma parte muito importante da prova, já que tem critérios eliminatórios e quem não conseguir uma pontuação mínima fica de fora dos processos seletivos do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (ProUni) e do Programa de Financiamento Estudantil (Fies).

Por isso, além de estudar para as demais matérias que caem no exame é muito importante dedicar-se à prática e aperfeiçoamento da produção de bons textos que sigam os critérios exigidos no edital do ENEM. A Universia Brasil entrevistou a coordenadora de redação do Curso Poliedro Gabriela de Araújo Carvalho, que reuniu os principais conselhos para produzir uma boa redação.

Confira o passo a passo para escrever uma redação total 1.000!

Imagem via Universia Brasil

1-) Introdução

“A introdução é o espaço para colocar fatos e elementos que não precisam ser defendidos com argumentos”, define a professora. Segundo ela, o candidato precisa ter em mente que o leitor ainda não sabe sobre o que será o texto, portanto, é preciso apresentar o tema. Além disso, é preciso escrever a tese que é o gancho para a argumentação, onde são apontadas as causas do problema.

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2-) Desenvolvimento

O desenvolvimento, também conhecido como argumentação, é o espaço no qual o candidato deverá expor a percepção social do problema apresentado na tese, os fatores que alimentam sua existência e os agentes envolvidos na questão.Segundo Gabriela, o desenvolvimento pode ser segmentado em dois parágrafos, ou até três, o que não é muito indicado pela professora. “É possível que três parágrafos não caibam na folha de redação, que tem 30 linhas curtas. Portanto, isso só é indicado quando o candidato está habituado a fazer e também quando o texto estiver dando certo. Se o estudante estiver inseguro, é melhor fazer só dois”, opina. Cada parágrafo deve conter um tópico da argumentação.

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3-) Conclusão

Gabriela explica que a conclusão começa a ser construída desde o início do texto, principalmente durante o desenvolvimento, com a apresentação da argumentação. “É preciso que o aluno deixe claro que aquela questão apresentada no tema é de fato um problema e que precisa de uma solução”, comenta. Segundo ela, uma boa estratégia de convencimento é utilizar a Declaração Universal dos Direitos Humanos, para provar que o problema fere, de alguma maneira, a dignidade humana. Com isso, o gancho para a proposta de intervenção fica mais fácil de ser feita. “Se o leitor já estiver convencido de que aquilo precisa mesmo de uma solução, não será preciso retomar nenhum argumento, apenas apresentar a proposta de intervenção”.

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Fonte: Universia Brasil